"Liberdade não é a ausencia de compromissos, mas a capacidade de escolher sua tarefa"

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Shaná Tová










O que é o Rosh ha Shaná?
Rosh há Shaná (literalmente “Cabeça do Ano”, em Hebraico), é o Ano Novo pelo calendário judaico. Em 2011, ele terá início na noite do dia 28 de setembro. Estará começando o ano judaico de 5772.


De acordo com a tradição judaica, Adão e Eva foram criados no primeiro dia do mês de Tishrei, que foi o sexto dia da Criação. É a partir deste mês que o ciclo anual se inicia. Por isso, Rosh Hashaná é celebrado nesta época.

Historicamente, o primeiro Rosh ha Shaná foi numa sexta-feira, o sexto dia da Criação. Neste dia, D'us criou os animais dos campos e das selvas, e todos os animais rastejantes e insetos, e finalmente - o homem. Assim, quando o homem foi criado, encontrou tudo pronto para ele.

Nossos sábios viram nisso a ordem da Criação, como a consideração do bom anfitrião que, antes de convidar um hóspede de honra, coloca a casa em ordem, prepara as lâmpadas mais brilhantes, uma refeição deliciosa, etc., para que seu convidado encontre tudo preparado. Mas também vêem nisto uma profunda lição: se o homem é merecedor, é tratado como um convidado de honra; se não o merece, dizem-lhe: "Não fique orgulhoso de si mesmo; até um inseto foi criado antes de você!"

Em Rosh ha Shaná, após a prece da noite, cumprimentamos todos falando: Leshaná Tová Ticatêv Vetechatêm (“Que sejas inscrito e selado para um ano bom”). Ao proferir isto, é como se pudéssemos ver os três grandes Livros Divinos abertos perante D'us: o Livro dos Justos; o Livro dos Perversos e o Livro dos Medianos - onde é provável que nos encontremos, com nossas boas e más ações quase se equiparando. Apenas uma mitsvá a mais e a balança penderá a nosso favor.

Há doze meses no ano, e há doze Tribos em Israel. Cada mês do ano judaico tem sua Tribo representativa. O mês de Tishrei é o mês da Tribo de Dan. Isto tem um significado simbólico, pois quando Dan nasceu, sua mãe Lea disse: "D'us julgou-me e também atendeu à minha voz." Dan e Din (Yom HaDin, Dia do Julgamento) são ambos derivados da mesma raiz, simbolizando que Tishrei é a época do Julgamento Divino e do perdão. Similarmente, cada mês do calendário judaico tem seu signo no Zodíaco (mazal , em hebraico). O mazal de Tishrei é a Balança. Este é o símbolo do Dia do Julgamento, quando D'us pesa as boas e as más ações do ser humano.


Costumes

Tradicionalmente, na noite do Rosh ha Shaná os judeus vão à sinagoga rezar e ouvir o toque do shofar, uma espécie de berrante feita com chifre de carneiro. O som do shofar anuncia a chegada de um novo ano.

Ao final das orações, as famílias se reúnem em volta de mesas de jantar com diversas comidas típicas da ocasião.

Vários alimentos simbólicos são ingeridos na refeição da primeira noite de Rosh ha Shaná, e um pedido é recitado para cada alimento. Este costume é baseado em um ensinamento talmúdico: "Presságios são significativos; por isso cada pessoa deveria comer no início do ano abóboras, beterrabas, tâmaras e alhos-poró."

Maçã
Mergulhamos uma fatia de maçã doce no mel, recitamos a bênção da fruta (Borê Peri Haêts) e falamos: "Yehi ratson milefanêcha shetechedêsh alênu shaná tová umetucá".
"Possa ser Tua vontade renovar para nós um ano bom e doce ".

Chalot
As chalot servidas em Rosh Hashaná são redondas, símbolo de continuidade e eternidade, como o círculo que não tem começo nem fim; sem ângulos, nem arestas, um pedido para um ano sem conflitos. Costuma-se mergulhar o pão no mel em vez do sal habitual, em todas as refeições desde Rosh Hashaná até o sétimo dia de Sucot.

Mel
O valor numérico da palavra "dvash" (mel) equivale ao valor de "Av Ha'Rachamim" (Pai Misericordioso): assim o mel representa a esperança de que a sentença decretada pelo Supremo Juiz seja amenizada pela Sua compaixão.

Frutas e alimentos especiais
É costume comer carne e vinho doce ou qualquer bebida doce nesta refeição, para ter um ano farto e doce.
Na segunda noite de Rosh Hashaná, imediatamente após o kidush, costuma-se ingerir uma fruta nova, a primeira vez que comeríamos nesta estação, a fim de pronunciarmos a bênção de Shehecheyánu.
Há quem costume recitar uma prece especial (Yehi ratson) antes de ingerir qualquer um dos seguintes alimentos. Conforme o costume Chabad, Yehi ratson só é recitado ao ingerir a maçã com mel.
Os sefaradim colocam no centro da mesa uma cesta (Traskal) contendo diferentes espécies de frutas que contém muitas sementes, para que as boas ações sejam numerosas no ano vindouro além de alimentos especiais entre os quais maçã, alho poró, acelga, tâmara, abóbora ou moranga, feijão roxinho, romã, peixe e cabeça de carneiro (que pode ser substituída por língua de boi ou cabeça de peixe). Antes de ingerir cada um dos nove alimentos recita-se um "Yehi Ratson" especial.

Alho-Poró
"Yehi Ratson milefanêcha sheyicaretu oyvêcha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam exterminados Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".

Acelga
"Yehi Ratson milefanêcha sheyistalecu oyvecha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam removidos Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".

Tâmara
Costuma-se ingeri-la para que acabem nossos inimigos (em hebraico, yitámu, parecido com tamar).
"Yehi Ratson milefanêcha sheyitámu oyvecha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam consumidos Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".

Abóbora, moranga ou cenoura
A palavra "mern", em yidish, pode ser traduzida como "cenoura" e também como "se multipliquem". Por isto comemos cenoura - para que os méritos se multipliquem.
"Yehi Ratson milefanêcha sheticrá rôa guezar dinênu, veyicareú lefanecha zechuyotênu".
"Possa ser Tua vontade que o decreto ruim de nossa sentença seja rasgado em pedaços, e que nossos méritos sejam proclamados perante Ti".

Feijão roxinho
"Yehi Ratson milefanêcha sheyirbu zechuyotênu".
"Possa ser Tua vontade que nossos méritos se multipliquem".
Romã
Costuma-se ingerir em sinal para que aumentem nossos méritos como os caroços da romã. Há uma explicação que a romã possui 613 caroços - o número das mitsvot da Torá.
"Yehi Ratson milefanêcha sheyirbu zechuyotênu carimon".
"Possa ser Tua vontade que nossos méritos cresçam em número como [as sementes] da romã".

Peixe
"Yehi Ratson milefanêcha shenifrê venirbê cadaguim; vetishgach alan beená pekichá".
"Possa ser Tua vontade que nós nos frutifiquemos e nos multipliquemos como peixes; e cuida de nós com olho aberto [atentamente]".

Cabeça de carneiro, língua ou peixe com cabeça
Costuma-se ingerir um destes alimentos para que sejamos cabeça e não cauda:
- de carneiro, para lembrar o mérito do sacrifício de Yitschac que foi substituído por um carneiro.
- de peixe, para que o ser humano se multiplique como os peixes.
"Yehi Ratson milefanêcha shenihyê lerosh velô lezanav".
"Possa ser Tua vontade que sejamos como a cabeça e não como a cauda".

Ingredientes que devem ser evitados
Não se come nada temperado com vinagre em Rosh Hashaná ou raiz forte para não ter um ano amargo. Nozes também não devem ser ingeridas nestes dias. Um dos motivos é porque as nozes provocam pigarro que pode atrapalhar as orações do dia; outro motivo é que o valor numérico da palavra egoz (noz) corresponde ao da palavra chet (pecado) sem o alef.




(Fonte: Beit Chabad)

Veja este vídeo no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=GWcBn25LR5Y&feature=youtube_gdata_player


Claudia Lins
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pôneis Malditos! Rsrsrs













"O sucesso do comercial dos pôneis malditos da Nissan, que teve mais de 3,5 milhões de acessos na internet nos primeiros cinco dias da campanha, parece ter se traduzido em vendas. A Frontier, estrela do comercial, registrou recorde de vendas em agosto. Foram comercializadas 1.488 unidades, 110% mais que no mesmo mês em 2010. O comercial foi ao ar no dia 29 de julho, primeiro na internet e depois na TV". (fonte: Folha de S. Paulo)

Por que a publicidade fez tanto sucesso junto ao público brasileiro? Não há um único e derradeiro motivo, mas podemos especular baseados no entretenimento e na questão de como as imagens na mídia são recebidas e interpretadas. Nas nossas sociedades atuais, a veiculação de bichinhos graciosos e puros começou graças à genialidade de Walt Disney que criou um universo baseado em personagens próprios e em personagens criados a partir dos contos de fadas europeus. O que os caracterizava, trazendo uma assinatura estilística inconfundível do grupo Disney (filmes, TV, parques temáticos, brinquedos, publicidade em geral), era justamente essa fofura pueril, ingênua e inocente que marcou a geração pós-guerra dos Estados Unidos, do ocidente e até mesmo de países asiáticos (há parques Disney em Tóquio e Hong Kong e um está sendo construído em Xangai).

Mas essa hegemonia edulcorada do mundo Disney logo foi sendo quebrada pelos super-heróis publicados pela Marvel, onde havia mais violência e ação adulta, em histórias cercadas de mistérios, tramas e conchavos militares e políticos. Outra rachadura no muro cor-de-rosa foi a divulgação dos mangás pelo ocidente. Esses quadrinhos japoneses tinham aspectos históricos, mitológicos, de ação, de violência, lutas marciais e ... sexo, muito sexo, de todos os tipos e gostos. Mas uma importante vertente que criticou diretamente o mundo Disney foi a série Shrek (desenhos animados de 2001, 2004, 2007 e 2010). Produzida pela Dreamworks, os ogros e bichos pouco tinham de ternura ou gostosura. Eram irascíveis, falastrões, sujos e relaxados. E faziam sexo, muito sexo (não explícito, por suposto).

Claro que os personagens puros e castos de Walt Disney perderam um pouco de território, mas mantiveram seu império e a Disney diversificou seus filmes, serviços e produtos. Há mercado para todos os gostos e demandas, ainda mais no mundo super-segmentado dos quadrinhos, dos games e dos filmes e brinquedos para crianças, adolescentes e adultos.

Mas enfim, qual é segredo do sucesso dos pôneis malditos? Ninguém sabe direito, nem os marqueteiros e os midiáticos, mas podemos elucubrar algumas teorias.

Imagine que o mundo institucional ou corporativo seja uma imensa cocheira. Isso mesmo, a sua empresa, a sua área profissional, a sua instituição como uma vasta cavalariça. Você consegue vislumbrar a imensa variedade equina (por analogia, apenas, claro) disponível? Identifiquemos alguns exemplares:

Há os cavalos de raça, imponentes, fogosos e cheios de si. Alguns são pangarés disfarçados, mas muitos são puro-sangue mesmo.

Há os burros de carga, que levam o trabalho bruto nas costas.

Há os cavalos baio, não muito bons para equitação, e também os cavalos zaino, muito espertos e bem dispostos para tudo.

Há os mangalarga, os pampeiros e os frísios, que contribuem decididamente para o bom andamento dos trabalhos e do ambiente profissional e social mais saudáveis, graças ao seu gênio e simplicidade.

Há os cavalos selvagens, trotando perdidos pelos pastos, aguardando a hora da domesticação ou de saírem definitivamente da cocheira à qual nunca se acostumarão.

Há os asnos, indefectíveis em qualquer lugar, às vezes até com altos títulos e cargos, mas que contribuem decididamente para o atraso do espaço onde estão.

Há as zebras (são da família equídea), uma mistura alegre e pouco ortodoxa que se esparrama pelas savanas empresariais, fugindo assustadas - ou fascinadas - dos leões e outros predadores.

Entre zurros, coices e relinchos dessa bela estrebaria institucional ou corporativa, há também os pôneis. Para que servem essas criaturas? No mundo real, dos cavalos, são uma raça desenvolvida para a criança brincar. No imaginário infantil das histórias, desenhos e cantigas, são a fofurinha, doce e singela ao antigo estilo Disney, que aparecem com musiquinha de fundo, letras alegres e bobas, cores vivas e até dá para sentir o perfume floral dos bichinhos exalando das imagens.

Outro dia escrevi no Facebook que os pôneis malditos me lembravam algumas pessoas. Muita gente curtiu e houve comentários concordando. Tudo bem, mas a quem nos remete as imagens desses animaizinhos tão dóceis, mas que nos deixam atolados? Justamente àquelas pessoas aparentemente tão amáveis, doces, cordatas, até mesmo singelas e puras, mas que nos prejudicam por não ajudar em nada, pelo contrário, por atrapalhar nossos projetos, falhando justamente nos momentos críticos do trabalho. Apareceu lama e barro - que nojinho! - ninguém sai do lugar. Lembrou de alguém que se assemelha à essa descrição? Nesse caso, os pôneis malditos são piores que os cavalos selvagens ou os simplesmente chucros, pois destes se espera muita coisa mas podemos canalizar sua energia e força para trabalhos produtivos. Porém os pôneis nos enganam com a sua tibieza pretensamente positiva. São nefastos, pois com suas boas intenções distorcidas detonam a eficácia e a eficiência do serviço.

Talvez seja por isso que a publicidade da Nissan acertou o alvo e tornou-se viral pela rede mundial de computadores, fez sucesso na TV e alavancou as vendas dos carros. O inconsciente coletivo identificou esses espécimes que se esgueiram pelo imaginário tentando enganar os incautos com suas atitudes pueris e inúteis.

E você, já fez o mapa zoológico do seu nicho ecológico?

Para cantar a letra da música: "Pônei maldito, pônei maldito, venha com a gente atolar! Odeio barro, odeio lama, que nojinho, não vou sair do lugar"!

Serviço: A peça publicitária é criação da Lew Lara\TBWA. Max Geraldo e Cesar Herszkowicz são os criadores e a direção de criação é de Jaques Lewkowicz, Manir Fadel e Mariana Sá. A produtora é a Corporação Fantástica, com direção de cena de Marlon Klug e a trilha da Satélite Áudio.

*Luiz Gonzaga Gogoi Trigo é turismólogo, escritor, pesquisador e professor Titular da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo.

Veja este vídeo no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=X3yGSJE53kU&feature=youtube_gdata_player


Claudia Lins
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trigo@usp.br
www.luiztrigo.blogspot.com



Claudia Lins
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

“Sou a dona do controle remoto” No Dia dos Solteiros, conheça mulheres de todas as idades que são solteiras porque querem. E garantem: é muito bom


Nada de cuecas penduradas no varal. Ou ser refém de horários para preparar e servir jantar para o marido. Lavar e passar? Quando estiver a fim. Futebol na televisão? Só na casa do vizinho. Ser livre para fazer o que der na telha, como curtir baladas com amigos ou simplesmente ler um livro em silêncio. E – claro – namorar quando surgir um parceiro interessante, mesmo que seja apenas por uma noite. Estas são algumas das vantagens apontadas por mulheres – de todas as idades – que não só assumem como adoram a solteirice. E garantem que têm muito o que comemorar neste 15 de agosto, Dia dos Solteiros.

“A melhor coisa do mundo é ser solteira. Liberdade é tudo de bom”, define a pedagoga Rebeca Dardes, 48, com a propriedade de quem já experimentou o outro lado.

Durante mais de 20 anos, dividiu sua vida com o marido, que morreu há três anos e com quem teve um filho, hoje com 15 anos. Para quem deduz que a decisão de não casar mais veio, portanto de um relacionamento que deu errado está, no caso dela, errado.

“Foi uma relação muito boa. Ele era ótimo, um grande parceiro. Depois da morte dele, chorei durante um ano sentada no sofá. Não achava justo. Fiquei mal”, conta. Passado o período de luto, ela sacudiu a poeira, recuperou o ânimo e percebeu que ser solteira tem muitas vantagens. “Percebi que era o tipo de vida que eu sempre quis. Hoje, faço o que quero. Sou a dona do controle remoto”, brinca Rebeca, que confessa jamais ter sonhado com casamento. Sucumbiu à pressão da família. “Nunca quis esse negócio de véu e grinalda. Eu gostava dele. Mas não queria casar.”

Hoje, ela divide seu tempo entre os cuidados com o filho, o trabalho, tarefas domésticas (“quando quero”), baladas com amigas – e amigos – e viagens. Já até arrumou namorado. Na verdade, três. “Mas nada sério”, adianta. “É muito bom estar solteira. É ótimo quando não tem ninguém roncando do seu lado. É incrível. Parece que todos os homens roncam”, afirma. “Adoro dormir sozinha. Sempre gostei, mesmo casada. Tinha vontade de comprar duas camas para cada um dormir na sua. Mas não falava nada para não magoar”.

“Quero liberdade para fazer o que quiser, na hora que quiser”
O dia estava próximo, data do casamento marcada. Os preparativos para a cerimônia religiosa e para a festa já começavam a fazer parte das preocupações do casal, amigos íntimos e parentes. Mas, pouco tempo antes de enfrentar o altar, a vida da relações públicas Paula Martinelli, 28, mudou totalmente de rumo.

Ela já sabia. As responsabilidades e demandas de um casamento tradicional não significavam, para Paula, a garantia de um futuro feliz. Na verdade, muito ao contrário. “Tem outros modos de ser feliz, sem a necessidade de um casamento. Essa coisa de casar - e morar junto - é totalmente desnecessária”, decreta. “É um modelo ultrapassado. A tendência é a convivência deteriorar a relação”, pontua. Desistiu.
Casar, não. Namorar, sim. Ela namora há um ano. E garante que o parceiro compactua com suas ideias. “Ele pensa o mesmo. Já conversamos”, diz. Ela abre mão apenas do modelo tradicional de casamento. Descarta qualquer possibilidade de morar junto, e ser mãe. Mas não abre mão de compartilhar momentos importantes da vida com o parceiro. E faz questão de fidelidade.

Paula discorda, inclusive, dos que pregam que solteiros convictos são autossuficientes. “Não são. Não gosto de ficar sozinha. Gosto de ter alguém em quem possa confiar, com quem conversar e dividir momentos. Mas preciso preservar a minha individualidade para estar bem comigo e com a outra pessoa”, explica. “O casamento atropela isso”, opina.

“Minha pretensão não é casar e ter filho. Só ter filho”
Pressão familiar, convenções sociais, paradigmas, tabus. É contra tudo isso que a jornalista Dayane Santos, 35, tem lutado para manter sua solteirice. De família tradicional, onde o casamento é encarado como consequência natural da vida, ela conhece bem os benefícios e as agruras de chegar aos 35 (quase 36) sem marido e filhos. “Sou de uma geração na qual as mulheres tinham algumas pretensões básicas, como casar, ter filhos, casa, carro. Fui criada com essa concepção. E minha família cobra muito isso de mim”, conta.

Outro ponto, sentido de forma mais contundente pelas mulheres da geração de Dayane, é a independência, inclusive a financeira. Ter uma profissão definida, um emprego estável e uma boa renda pode incomodar os homens. “De forma geral, os homens não conseguem lidar ”, resume a jornalista. Mas isso não a incomoda, até porque casar não está mesmo nos seus planos. “Minha prioridade é alcançar mais estabilidade, um nível profissional mais elevado”, diz.

Casamento ela não quer. Mas sonha em ser mãe. “Minha pretensão não é casar e ter filho. Só penso em ter filho”, revela. Enquanto o filho não chega, curte os sobrinhos Duda, Manoela, Lorena, Felipe e Vinícius. “Minha relação com eles é muito forte.”

“Nem penso em casar, ter marido e filhos”
Muito mais nova que Rebeca e Paula, e sem jamais ter namorado sério, Marina Morena Firmino Alves, 19, já joga no time das solteiras convictas. “Não tenho paciência para namorar. Sou muito irritada. Detesto gracinhas bobas e ciúme besta. E nem penso em casar, ter marido e filhos”, afirma. Em primeiro lugar na vida de Marina estão os estudos e seus quatro irmãos.

“Já não basta ter quatro irmãos? Como sou a mais velha, ajudo a cuidar deles”, diz. Mas cuidar dos pequenos não é tarefa imposta. “Eu faço, primeiro, porque é preciso todo mundo ajudar um pouco em casa. E, segundo, porque eu gosto. Na verdade, eu quero é estudar e cuidar da minha vida e deles”, conta ela.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Fundação João Pinheiro oferece mestrado gratuito em administração pública ( Fica a Dica )

Fundação João Pinheiro oferece mestrado gratuito em administração pública



BELO HORIZONTE (12/08/11) - Já está disponível no site da Fundação João Pinheiro, o edital FJP 005 / 2011 que estabelece normas para o processo seletivo da turma 2012/2014 do Programa de Mestrado em Administração Pública, concedido pela Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho.

Pela primeira vez, o curso é oferecido gratuitamente e ainda irá distribuir bolsas de estudos no valor R$ 1.200,00 entre os alunos com melhor desempenho acadêmico. O incentivo financeiro aos mestrandos é concedido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

A partir deste ano, o processo seletivo também será diferente. Os candidatos devem apresentar o resultado geral do “teste ANPAD” na etapa eliminatória, juntamente com outros itens frequentes no processo seletivo: a prova dissertativa; a análise do curriculum vitae e do pré-projeto de pesquisa; e a entrevista. O teste de conhecimento aplicado pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (ANPAD) já é utilizado pela maioria dos Programas de Pós-Graduação no país e tem inscrições abertas até 23 de agosto no endereço eletrônico www.anpad.org.br/teste.php.

As inscrições para as demais etapas deverão ser feitas entre os dias 12 e 30 de setembro, na Secretaria de Registro e Controle Acadêmico da Escola de Governo, Alameda das Acácias, nº 70, Bairro São Luiz/Pampulha, mediante pagamento de taxa de R$ 20,00, e entrega dos demais documentos listados no Item 3 do Edital.

Curso

Integrante do Sistema Nacional de Pós-Graduação e recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes), o curso é voltado para profissionais que atuam na esfera pública, em centros de pesquisa e de ensino superior, no setor privado e em organizações não-governamentais. O Mestrado em Administração Pública tem como objetivo capacitar tais profissionais na gestão, formulação, planejamento, implementação, avaliação e ações corretivas na esfera das políticas públicas.



Claudia Lins
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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Comporta no Alentejo - Portugal




COMPORTA - Caroline de Mônaco tem casa aqui, a Rainha Raina da Jordânia também, e o bamba dos calçados Christian Louboutin há tempos fincou seus solados vermelhos e saltos vertiginosos no pedaço. E a ultima agora é que o casal Sarkozy está em vias de arrematar uma vila isolada e com vista para o mar.. Mas, onde, afinal? Em Comporta, pá!, o mais novo refúgio de famosos e poderosos do planeta. Só para dimensionar o tamanho da fama dessa antiga fazenda de arroz, de 12 mil e 500 hectares de praias e florestas virgens, uma das corretoras da área é nada menos do que a baronesa Abina du Boisrovuray, figura manjadíssima do jet set internacional, madrinha de Charlotte, a filha de Carolina de Mônaco. Daí, claro, os Grimaldi baixam em peso neste paradisíaco trecho do Alentejo, hoje farto em lojas transadas, bons restaurantes e um tipo de hospedagem que só se encontra aqui. Ano que vem, a rede Aman abre seu primeiro hotel na Peninsula Ibérica: o Aman Comporta, com 40 quartos e 36 vilas espalhadas próximas à orla.




O grande charme da Comporta, antiga fazenda de arroz da família Espírito Santo, que se alcança pela autoestrada A2 (a mesma que liga Lisboa ao Algarve), são justamente as antigas casas de colonos que trabalhavam nos arrozais, que foram adaptadas respeitando um estilo de morada típico da região: madeiras, palhas, bambus e branco e azul por todos os lados. Mesmo as casas mais modernas seguem à risca o estilo Comporta de viver: discretas, simples e sofisticadas na medida certa...


O imenso arrozal continua firme, forte e produtivo. Recentemente, na antiga fábrica de descasque do grão, abriram o Museu do Arroz, um simpático espaço com maquinárias, relíquias, fotos e um refinado restaurante instalado no meio do museu. Aliás, a "infra" gastronômica é boa na região, com restaurantes funcionando em simpáticas palafitas fincadas na areia, já que a construção na orla é proibida. O Praia do Peixe, na Praia do Pego, é dos mais conconcorridos. Aqui, a manteiga é de ovelha, as favinhas chegam com chouriço, as amêijoas são à moda Bulhão Pato e o pão de ló é "o melhor do universo" (não fazem por menos). Para beber, vinhos como Parus, Chão de Rolas e Herdade da Comporta, rosés, brancos e tintos da região, que descansam numa bela adega. Afinal, estamos em pleno Alentejo, ora pois.



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(Claudia Lins)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Melhore seu coração em três minutos...




Melhore seu coração em três minutos

Subir escadas é um exercício tão benéfico para o sistema cardiovascular que um grupo de pesquisadores britânicos descobriu que basta alguns minutos ao dia desta atividade para manter a saúde do coração.

Nos sedentários é necessário apenas uma subida de 200 degraus por dia para conquistar os benefícios (isso ocorre em menos de três minutos e provavelmente seja algo que você pode encontrar em sua própria casa).

A medida que ficam em forma, essas pessoas chegaram a fazer até seis subidas ao dia, na sexta semana.

O ritmo tem de ser rápido, se você "se arrastar" de degrau em degrau não serve porque a chave está precisamente na intensidade do exercício, maior do que a caminhada.

Nos grupos analisados encontraram-se melhoras na quantidade de oxigênio absorvida, menor nível de ácido lático durante o exercício, menor frequência cardíaca de repouso e a diminuição do nível de colesterol HDL, o “bom”.


Claudia Lins
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terça-feira, 26 de julho de 2011

One Love (http://www.youtube.com/watch?v=vdB-8eLEW8g&feature=youtube_gdata_player)




One Love
Bob Marley

One Love!
One Heart!
Let's get together and feel all right.
Hear the children cryin'
(One Love!);
Hear the children cryin'
(One Heart!),
Sayin': give thanks and praise
to the Lord and I will feel all right;
Sayin': let's get together
and feel all right.
Wo wo-wo wo-wo!

Let them all pass all their dirty
remarks (One Love!);
There is one question
I'd really love to ask (One Heart!):
Is there a place for the hopeless sinner,
Who has hurt all mankind just
to save his own beliefs?

One Love! What about the one heart?
One Heart!
What about?
Let's get together and feel all right
As it was in the beginning
(One Love!);
So shall it be in the end
(One Heart!),
All right!
Give thanks and praise to the Lord
and I will feel all right;
Let's get together
and feel all right.
One more thing!

Let's get together to fight
this Holy Armagiddyon (One Love!),
So when the Man comes there will be no,
no doom (One Song!).
Have pity on those whose
chances grows t'inner;
There ain't no hiding place
from the Father of Creation.

Sayin': One Love!
What about the One Heart?
(One Heart!)
What about the?
Let's get together and feel all right.
I'm pleadin' to mankind!
(One Love!);
Oh, Lord!
(One Heart)
Wo-ooh!

Give thanks and praise to the Lord
and I will feel all right;
Let's get together and feel all right.
Give thanks and praise to the Lord
and I will feel all right;
Let's get together and feel all right.

Um só amor!
Um só coração!
Vamos seguir juntos para ficarmos bem.
Ouça as crianças chorando!
(um só amor)
Ouça as crianças chorando!
(um só coração)
Dizendo:-seja grato e louve
Ao senhor para sentir-se bem.
Dizendo:-vamos seguir juntos para
Ficarmos bem.
Wo wo-wo wo-wo!

Deixe-os passar com suas observações
Sujas (um só amor)
Há uma pergunta que
Eu realmente gostaria de fazer (um só coração):
Havera um lugar para os pecadores desesperados?
Quem vem pra ferir a humanidade
Pelas suas próprias crenças?

Um só amor!
Um só coração!
Sobre o que?
Vamos seguir juntos para ficarmos bem.
Como estava no começo
(um só amor)
Então será no final
(um só coração)
Tudo certo!
Seja grato e louve ao senhor
E eu sentirei tudo bem
Vamos seguir juntos para
Ficarmos bem.
Só mais uma coisa!

Temos que manter a união para enfrentarmos o
Armagedom Sagrado (um só amor)
Então quando o Homem vier, estaremos
Seguros (uma só canção)
Tenha dó daqueles cujas as
Chances são poucas
Pois não haverá como se esconder
Do pai da criação...

Dizendo: Um só amor
O que sobre o Um só coração?
(Um só coração)
O que sobre o?
Vamos seguir juntos para ficarmos bem
Eu estou suplicando pela humanidade
(Um só amor)
Oh, Senhor
( Um só coração)
Wo-ooh!

Seja grato e louve ao senhor
E eu sentirei tudo bem
Vamos seguir juntos para ficarmos bem.
Seja grato e louve ao senhor
E eu sentirei tudo bem
Vamos seguir juntos para ficarmos bem.


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Claudia Lins
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Justin Bieber e Selena Gomez na Disney


































Justin Bieber esteve com a namorada, Selena Gomez durante o dia todo de seu aniversário de 19 anos, dia 22 de julho. Mas o cantor de 17 anos não fez só do dia especial, mas sim a semana inteira, Justin comemorou o aniversário da amada na Disneylândia (22), e de acordo com relatos do HollywoodLife, o cantor gastou uma nota comprando presentes para Selena no mundo mágico da Disney, confira o que o HollywoodLife comentou:

Justin não tem medo de gastar um pouco de dinheiro para a sua garota! Selena Gomez comemorou seu aniversário de 19 anos em 22 de julho, e Justin Bieber não só a levou em um incrível dia nesta data, mas a levou compras na Disneyland também!

Justin, 17, foi com sua querida ao parque, em Anahein na Califórnia para uma farra intensa. Ele não poupou gastos - mas nós estamos até surpresos de Selena ter que pagar pela mercadoria, já que ela é uma estrela no cenário da Disney! Depois das compras eles passaram algum tempo juntos no parque, o Daily Mail relatou.









Mas todo mundo erra!...



Justin Bieber pediu desculpas na quarta-feira pela grosseria de mostrar o dedo médio a fotógrafos que assediavam o astro adolescente e sua namorada depois do jantar de aniversário dele em Los Angeles.
O incidente ocorreu na noite de terça-feira, quando Bieber e Selena Gomez, estrela da Disney, deixavam o restaurante italiano onde tinham comemorado os 17 anos de vida dele.
Com jeito irritado, Bieber fez o gesto depois de entrar no carro no lugar do motorista. Gomez cobriu o rosto. Foi um raro desvio na imagem pública serena e otimista do cantor.
"Sinto muito", escreveu Bieber na quarta-feira no Twitter. "Nem sempre é fácil, mas eu sei fazer algo melhor do que reagir com raiva."
Ele acrescentou que a vida tem seus "altos e baixos," e que ele ainda vai cometer erros, mas pretende aprender com eles.
Bieber também disse aos seus 7,8 milhões de seguidores que eles tinham arrecadado mais de 40 mil dólares para uma instituição de caridade que fornece água potável em países pobres.
Separadamente, a apresentadora de TV Ellen DeGeneres disse ter vendido uma mecha de cabelo de Bieber num leilão por 40.668 dólares, que serão destinados a uma entidade de defesa dos animais.

Claudia Lins
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Location:Califórnia LA

sábado, 23 de julho de 2011

Famosos lamentam a morte de Amy Winehouse




Como não poderia deixar de ser, a morte de Amy Winehouse, encontrada sem vida neste sábado em sua casa, em Londres, rapidamente se tornou o assunto mais comentado no Twitter. Fãs lamentando, perfis sátiros fazendo piada, e muito famosos manifestando. Uma das personalidades que postou no microblog foi Kelly Osbourne, filha de Ozzy Osbourne: ”Eu não posso sequer respirar direito agora. Estou chorando tanto porque acabei de perder uma das minhas melhores amigas. Eu te amo para sempre e nós nunca vamos esquecer você”.

A cantora Rihanna também demonstrou pezar pela morte de Amy: ”Meu Deus, tenha piedade! Estou doente com a notícia da morte da Amy”. O mesmo fez o backing vocal da cantora, Zalon Thompson: "Uma parte de mim morreu hoje. Nos conectamos por caminhos que vou valorizar para sempre. Você sabe o quanto eu te amo. RIP Amy Winehouse", desabafou. O chamado “queridinho” do Twitter, Ashton Kutcher, também registrou a morte da cantora: “"Rip amy winehouse". Sua mulher, Demi Morre, escreveu em seguida: “É triste a notícia sobre Amy Winehouse. Meu coração está com a sua família. Que a sua alma perturbada encontre a paz".

Na lista das celebridades brasileiras, Rita Lee, ícone do rock and roll nacional, registrou “"Amy, i love you". Em seguida, ironicamente ela disse que vida de artista "é clichê". "Ou morre de overdose, ou entra em uma seita, ou vive em rehabs. Os sobreviventes viram dinossauros. Ass Tiranossaura". Já o roqueiro Lobão postou apenas “RIP”, sigla de Rest in Peace – descanse em paz em inglês. Enquanto isso, a cantora Bebel Gilberto demonstrou não crer na notícia. "Meu coração está partido; Amy winehouse está morta . Que ela descanse em Paz. Muito triste. Não consigo acreditar que é verdade". Já a baiana Pitty prometeu homenagear a britânica em Nova York: "O melhor que posso fazer é homenageá-la no show de amanhã no Central Park, tocando uma de suas músicas com a alma entregue".

Não às drogas
Muitos famosos aproveitaram a morte de Amy Winehouse, cujas causas ainda são desconhecidas, para fazer alerta sobre o uso indiscriminado de drogas. Vanessa da Mata, por exemplo, afirmou: "É uma pena q Amy Winehouse tenha falecido. Genial cantora, não parecia suportar este mundo sem as drogas. Ao meu ver, os arranjos, a maneira como ela cantava como uma diva do Jazz anos 30 40, o timbre diferenciado a faziam especial. droga: prisão disfarçada de viagem" .

O ator Thierry Figueira também especulou que Amy tenha morrido em decorrência das drogas: "O Mundo perde mais um grande artista para as drogas ... #adeusAmy". O jovem Fiuk também o fez: "Cada um faz as suas escolhas, né Amy? Cuidado com as drogas galera! 27 anos é brincadeira". Negra Li lamentou dizendo: "Eu estou chorando...Que final é esse? Amy Wine House não conseguiu e foi vencida...Lamentável!".

A cantora Daniela Mercury exaltou o talento de Winehouse e não deixou de citar o envolvimento da britânica com as drogas: “Que pena que ninguém conseguiu evitar sua morte. Amy não precisava das drogas para eternizar sua arte. Seu talento bastava". O cantor Michel Teló disse o mesmo: "Lamentável a pessoa nesse nível de talento e sucesso, não conseguir se controlar e se matar através das drogas".

A apresentadora Adriane Galisteu também deixou seu alerta contra as drogas no microblog: "Muito triste com a morte do maior talento dos últimos tempos ... nossa Amy deixou além de sua voz o aviso droga: NÃO" . Já a apresentadora Eliana não citou as drogas ao comentar a morte de Amy, mas aproveitou para lembrar a maior tragédia recente da Europa, ocorrida nessa sexta-feira na Noruega, onde mais de 90 pessoas morreram em dois ataques terroristas: “Que dia triste... Sem Amy e a tragédia de Oslo".

Confira tweets de outros famosos:

Sean Kingston: ”Uau! Amy Winehouse está Morta!! Eu era um grande fã e amei aquela mulher. Descanse em paz. Estou arrasado”

Demi Lovato: “É tão triste…Infelizmente o mundo perdeu uma mulher incrivelmente talentosa para uma doença tão poderosoa… o vício. Descanse em paz.

Jessica Alba: “Muito triste sobre Amy Winehouse. Ela era muito talentosa! É realmente trágico”

Kim kardashian: ”Acabei de ouvir a notícia de que Amy Winehouse morreu. Um verdadeiro talento. Peço que ela esteja em um lugar melhor e em paz”.

Sandy: ”E a Amy morreu… Pode ser ingenuidade minha, mas achei que uma hora ela ia sair desse caminho e VIVER da música dela, q era boa. Q triste…”

Preta Gil: “Pousamos em SP e fiquei triste demais e chocada com a notícia da morte da Amy Winehouse, uma artista única de um talento imenso, que perda!!”

Glória Perez: ”Que triste! Amy Winehouse morreu!”

Carolina Dieckmann: “Meu Deus… A Amy morreu… Coração apertado, doeeendo!”



Claudia Lins
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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Joana D'Arc, uma saga, um mito, um poema.

Hoje é o seu dia...











Uma simples camponesa, com apenas 17 anos de idade, assume o comando de exércitos
e salva sua pátria de um desaparecimento inglório.

Certas lendas parecem-se tanto com a realidade a ponto de levantar a pergunta: "Será, de fato, simples lenda?" Em sentido contrário, certas narrações históricas revestem-se de tantos aspectos surpreendentes que suscitam uma desconfiança: "Mas isto é mesmo real?"

Um dos mais expressivos exemplos do segundo caso é a vida de Santa Joana d'Arc, uma das maiores epopéias da História. São desconcertantes os traços de sua curta existência. Seriam mesmo inexplicáveis abstraindo-se a graça de Deus, que transformou essa delicada virgem camponesa em guerreira intrépida e fez de seu nome uma saga, um mito, um poema.

Desde muito pequena, preparada para sua grande missão

Quando Joana nasceu, em 1412, a França sangrava dolorosamente havia já 75 anos, nos duros embates da Guerra dos Cem Anos, contra a Inglaterra. O nome de seu vilarejo natal, situado no Ducado de Lorena, soa como um toque de sininho de aldeia: Domrémy.

Filha de camponeses honrados e laboriosos, ali passou ela sua infância, aprendendo o mesmo que as outras meninas de sua idade. "Ela se ocupava, como as demais mocinhas, fazendo os trabalhos de casa e fiando, e, algumas vezes, como eu mesma vi, cuidava dos rebanhos de seu pai" - conta Hauviette, sua amiga.

Entretanto, a nota dominante de sua infância foi sua exemplar piedade. Desde muito pequena, Deus a atraía para a contemplação de panoramas elevados. Destinada a grandes feitos, sua fé deveria ser robusta. Gostava imensamente de freqüentar a igreja, e com sumo interesse dava os primeiros passos no aprendizado da doutrina cristã.

Jamais poderia ela imaginar a grande missão para a qual sua alma estava sendo preparada. Ouçamo-la narrar, com encantadora simplicidade, um acontecimento que a marcou profundamente: "Quando eu tinha mais ou menos 13 anos, ouvi a voz de Deus que veio ajudar-me a me governar. Eu ouvi a voz do lado direito, quando ia para a Igreja. Depois que ouvi esta voz três vezes, percebi que era a voz de um anjo. Ela me ensinou a me conduzir bem e a freqüentar a igreja".

Tempos depois, sabendo já que aquela "voz" era de São Miguel Arcanjo, conta: "Ela [a voz] me disse ser necessário que eu, Joana, fosse em socorro do Rei da França".

Aos 17 anos, parte para a vida de batalhas

A Filha Primogênita da Igreja estava numa situação calamitosa. Em 1337, o Rei Eduardo III da Inglaterra, reivindicando para si o Trono da França, desencadeou a Guerra dos Cem Anos. Enfraquecidos por fatores de ordem moral e religiosa, além de graves discórdias internas, os franceses sofreram reveses sucessivos. Em 1420, foram obrigados a assinar o humilhante Tratado de Troyes, em conseqüência do qual o Rei da França perdeu o trono em favor do Rei da Inglaterra. Assim, a nação francesa caminhava para um inglório ocaso.

Precisamente nesta trágica circunstância, surge a figura argêntea de Santa Joana d'Arc, a camponesa iletrada, mas instruída nas vias da virtude por três enviados de Deus: o Arcanjo São Miguel, Santa Catarina de Sena e Santa Margarida de Antioquia.

Quando ela completou 17 anos, as "vozes do Céu" lhe indicaram que o momento de agir havia chegado. Saindo da casa paterna, Joana conseguiu convencer o Capitão Roberto de Baudricourt a conduzi-la à presença do "Delfim" (assim era chamado o monarca francês Carlos VII, ainda não coroado Rei), o qual se encontrava em Chinon.

Com a convicção e confiança recebida das vozes celestes, afirmava ela ser a vontade do rei do Céu que Carlos fosse coroado, e que ela era chamada a comandar em nome de Deus os exércitos franceses para expulsar da França as tropas inglesas.

Após vencer muitas dificuldades, a pastora de Domrémy chegou à corte no dia 6 de março de 1429. Nesta ocasião ela se encontraria, por fim, com o monarca que ela própria levaria ao trono. Para testar a autenticidade da missão da qual ela assegurava estar incumbida, e também para divertir-se frivolamente às custas da "ingênua" camponesa, Carlos decidiu disfarçar-se no meio de seus cortesãos, enquanto outro ficaria sentado no trono, vestido com os trajes reais.

Entrou a Santa e foi apresentada ao falso Delfim. Sem dar-lhe maior atenção, ela imediatamente passou a observar todas as fisionomias do recinto, até ver Carlos escondido em um canto. Fixou nele seu puro e penetrante olhar, e fez-lhe uma profunda reverência, dizendo: "Muito nobre senhor Delfim, aqui estou. Fui enviada por Deus para trazer socorro a vós e vosso reino". O assombro geral logo deu origem a estrondosas aclamações.

Em longa conversa, Santa Joana d'Arc expôs a Carlos VII a missão a ela confiada pela Providência e solicitou que lhe fosse posto à disposição um exército para acorrer logo em defesa de Orléans. Convencido, afinal, pelo que vira e ouvira, Carlos não hesitou em fazer o que a enviada de Deus lhe indicava.

Coroação do Rei: dia de glória e alegria

Desta forma o mundo de então presenciou um fato absolutamente inédito: Joana, a "donzela", marcha à frente dos exércitos franceses, conduzindo-os para uma batalha decisiva.

A presença dessa virgem resplendente de inocência e de certeza na vitória impunha respeito no acampamento e dava novo alento aos oficiais e soldados. Proibiu terminantemente as bebidas alcoólicas e os jogos. Sobretudo, fez questão de que os soldados pudessem confessar-se e receber a santa Comunhão.

Seus conselhos de guerra jamais falharam, causando admiração aos mais experimentados generais. A tomada de Orléans foi um esplêndido triunfo! Em meio à batalha, lá estava ela segurando seu branco estandarte bordado com a imagem de Nosso Senhor e as palavras Jesus, Maria.

Após a tomada de Orléans, seguiram-se outras grandes vitórias. Graças a Santa Joana d'Arc, renascera na França o ideal de unidade e a esperança de reconquistar o território perdido. O povo não poupava entusiásticas manifestações de gratidão e admiração pela "Donzela".

Chegou, enfim, o almejado dia em que o Rei da França voltou a ocupar o trono ao qual só ele tinha direito. Em 17 de julho de 1429, Carlos VII foi solenemente coroado, tendo a seu lado Santa Joana d'Arc com seu estandarte. Alguém lhe perguntou o motivo da presença daquele lábaro de guerra numa cerimônia de coroação, e recebeu pronta resposta: "Ele esteve comigo na hora do combate, é natural que esteja também no momento da glória".

Foi um dia de grande festa. Mais do que nunca, a alegria invadia-lhe a alma. Embora os ingleses não tivessem ainda sido expulsos totalmente, o Reino da França já estava restabelecido!

Uma terrível perplexidade

Em pouco tempo, porém, a essa alegria se sobreporiam as pesadas sombras da ingratidão, das intrigas e da traição.

O Rei, sentindo-se agora poderoso e firme em seu trono, rapidamente se esqueceu da gratidão devida a essa heróica donzela. Pior ainda, Carlos VII, dominado por surda inveja, abandonou-a à própria sorte.

Santa Joana d'Arc sofreria da mesma forma que o Divino Salvador, o qual, depois de ser recebido triunfalmente no Domingo de Ramos, foi crucificado na Sexta-Feira Santa.

Mesmo assim, ela continuou a luta, disposta a não depor armas enquanto houvesse tropas inglesas no território francês. Tentando salvar a cidade de Compiègne, em 1430, ela foi feita prisioneira por soldados da Borgonha (aliada da Inglaterra) e entregue aos ingleses.

Estes levaram-na a um tribunal da Inquisição, formado irregularmente e presidido por um bispo indigno e corrupto, Pierre Cauchon, ao qual foi oferecida alta soma em dinheiro.

Perante o iníquo tribunal, a inocente jovem foi acusada de heresia e bruxaria. Não faltou quem atribuísse suas vitórias a um acordo com os espíritos malignos. Não lhe foi dado um defensor, mas ela, assistida pelo Espírito Santo, defendeu-se com tanta segurança e sabedoria que deixou pasmos tanto os acusadores quanto os juízes.

Esse tribunal, porém, não se reunira para julgar... A sentença condenatória já estava decidida de antemão. A salvadora da França foi condenada à pena de morte na fogueira em praça pública.

Torturada pelas pressões e injustiças das quais era vítima, Joana tinha um sofrimento maior, uma terrível perplexidade: o Rei estava reposto em seu trono, mas os ingleses ocupavam ainda boa parte do território francês; iria ela morrer sem ter cumprido inteiramente sua missão?

O prêmio da confiança e da fidelidade

Na manhã triste e fria do dia 30 de maio de 1431, ela foi queimada viva na cidade de Rouen, aos 19 anos de idade. Amarrada em meio às chamas e olhando para seu crucifixo, ela reafirmou em altos brados a inabalável confiança no cumprimento de sua missão: "As vozes não mentiram! As vozes não mentiram!"

Terá ela recebido nesse instante supremo alguma revelação que a tirou da angustiante perplexidade? Ter-lhe-ão "as vozes" falado uma última vez, explicando que, graças ao irresistível impulso por ela dado, em pouco tempo a França estaria livre dos invasores?

Quem saberá dizer? O certo é que em 1453, após a batalha de Castillon, os ingleses foram expulsos do Reino da França.

Em 1456, um inquérito judicial realizado por ordem do Rei teve como resultado a declaração da inocência de Santa Joana d'Arc. Beatificada por São Pio X em 1909, foi ela canonizada por Bento XV em 1920. A Santa Igreja celebra sua festa no dia 30 de maio.

Guardadas as devidas proporções, essa virgem guerreira e mártir bem poderia cantar como a Mãe de Deus:

"Minha alma glorifica o Senhor (...) porque lançou os olhos sobre a baixeza de sua serva, e eis que de hoje em diante me proclamarão bem-aventurada todas as gerações. Porque realizou em mim maravilhas Aquele que é poderoso e cujo nome é santo."

Carmela W. Ferreira; Revista Arautos do Evangelho, Maio/2004, n. 29, p. 32 à 35


Claudia Lins
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